Aconteceu na cidade de Tocantinópolis nos dias 03 e
04 de dezembro de 2010 a Assembleia Diocesana, na qual estavam presentes
representantes de pastorais, movimentos, organismos da Diocese de
Tocantinópolis.
domingo, 5 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
1º de dezembro - Dia Mundial de Luta Contra Aids
A pastoral da AIDS esteve
presente na Praça das Bandeiras em Araguaína-TO para distribuição de
material educativo no dia Mundial de Luta contra a AIDS.
De
acordo com dados do Ministério da Saúde, foram notificados 462.237 casos de
Aids no país, no período de 1980 a junho de 2009.
Na região Sudeste foram identificados 323.069 casos (59%);
na região Sul, 104.671 (19%);
no Nordeste, 64.706 (12%);
na região Centro-Oeste, 31.011 (6%) e
na região Norte, 21.389 casos identificados (4%).
Segundo a Coordenação do Programa DST/HIV/AIDS, o perfil epidemiológico da Aids no município de Araguaína-TO, tem se mostrado muito próximo da realidade nacional, no que diz respeito a maior exposição quando ao gênero, faixas etárias, categóricas de exposição, situação do caso dentre outros. De acordo com dados da Vigilância Epidemiológica, a média anual de casos de Aids acumulados entre 1993 a 2010 é de 159 pessoas infectadas.
sábado, 20 de novembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
4ª Assembleia Nacional da Pastoral da Aids e 8º Seminário de Prevenção
A 4ª Assembleia Nacional e a 8ª edição do Seminário de
Prevenção à AIDS teve início dia 28/10, e seguiu até o dia 30, em Porto Alegre (RS). Os eventos são organizados pela Pastoral da AIDS, com o objetivo de estabelecer um plano de ação para 2011 a 2013, que
contemple as dimensões já trabalhadas no intuito de ampliar e qualificar sua
atuação no enfrentamento da epidemia. Cerca de 100 pessoas de todas as regiões
do país participam da Assembleia que refletiu durante três dias o tema
“Reinventando caminhos para responder com eficácia”.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
I ComunicAids-Norte
Região Norte
terá plano de comunicação contra as DST/aids voltado às populações vulneráveis
de cada Estado
O I Seminário Comunicação e Aids da Região Norte, começou
na sexta-feira 17/09 e terminou neste sábado 19/09 em Palmas.
A ideia do evento surgiu devido à dificuldade em criar estratégias de comunicação para a prevenção das DST/aids na região, diz o Presidente do Grupo Ipê Amarelo (GIAMA) e organizador do encontro, Silvânio Coelho Mota. “A região norte do Brasil é quase como um continente. Aqui temos populações ribeirinhas, indígenas e as pessoas que vivem nos grandes centros urbanos das capitais. Elas têm diferentes aspectos culturais relacionados ao sexo”, explica.
Segundo Silvânio, o I ComunicAids-Norte irá promover a construção de um plano de comunicação com atividades e mensagens específicas às populações mais vulneráveis em cada um dos sete Estados da região: Tocantins, Pará, Amapá, Roraima, Amazonas, Acre e Rondônia. “Para cada Estado, teremos um representante do governo e um da sociedade civil para coordenar a execução desse plano”, diz.
As propostas devem ser executadas com a verba do Plano de Ações e Metas (PAM), documento de programação oficial do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde para o planejamento e execução anual de ações de combate a essas doenças nos Estados.
A ideia do evento surgiu devido à dificuldade em criar estratégias de comunicação para a prevenção das DST/aids na região, diz o Presidente do Grupo Ipê Amarelo (GIAMA) e organizador do encontro, Silvânio Coelho Mota. “A região norte do Brasil é quase como um continente. Aqui temos populações ribeirinhas, indígenas e as pessoas que vivem nos grandes centros urbanos das capitais. Elas têm diferentes aspectos culturais relacionados ao sexo”, explica.
Segundo Silvânio, o I ComunicAids-Norte irá promover a construção de um plano de comunicação com atividades e mensagens específicas às populações mais vulneráveis em cada um dos sete Estados da região: Tocantins, Pará, Amapá, Roraima, Amazonas, Acre e Rondônia. “Para cada Estado, teremos um representante do governo e um da sociedade civil para coordenar a execução desse plano”, diz.
As propostas devem ser executadas com a verba do Plano de Ações e Metas (PAM), documento de programação oficial do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde para o planejamento e execução anual de ações de combate a essas doenças nos Estados.
Introdução à Comunicação
Os cerca de 40 ativistas, comunicadores e gestores que participaram do ComunicAids-Norte assistiram a apresentações de especialistas.
O jornalista e mestrando em Comunicação e Saúde Liandro Lindner mostrou algumas campanhas de prevenção as DST/Aids, tuberculose e hepatites virais. Ele constatou que “a participação da sociedade civil na resposta à epidemia de HIV ainda está muito discreta na área da comunicação, quando comparada à luta pelos direitos humanos e assistência dos soropositivos.”
José Carlos Veloso, do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA) de São Paulo, falou sobre “Controle Social, Comunicação e Aids”, e sugeriu aos ativistas a participação em conselhos de saúde, associações e sindicatos, e a indicação de pautas para jornalistas, conforme os interesses da sociedade civil.
Representando a Assessoria de Comunicação do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Dario Noleto afirmou que as campanhas do governo melhoraram conforme o fortalecimento da sociedade civil. “Hoje, aqueles que vão receber a informação têm que participar ativamente da elaboração da campanha”, comentou Dario. “Recentemente fizemos uma campanha para as travestis e elas participaram de todo o processo”, exemplificou.
O I ComunicAids-Norte recebeu apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais e do Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crimes (UNODC).
Fonte : agencia de noticias da AIDS
www.agenciaaids.com.br
Os cerca de 40 ativistas, comunicadores e gestores que participaram do ComunicAids-Norte assistiram a apresentações de especialistas.
O jornalista e mestrando em Comunicação e Saúde Liandro Lindner mostrou algumas campanhas de prevenção as DST/Aids, tuberculose e hepatites virais. Ele constatou que “a participação da sociedade civil na resposta à epidemia de HIV ainda está muito discreta na área da comunicação, quando comparada à luta pelos direitos humanos e assistência dos soropositivos.”
José Carlos Veloso, do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA) de São Paulo, falou sobre “Controle Social, Comunicação e Aids”, e sugeriu aos ativistas a participação em conselhos de saúde, associações e sindicatos, e a indicação de pautas para jornalistas, conforme os interesses da sociedade civil.
Representando a Assessoria de Comunicação do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Dario Noleto afirmou que as campanhas do governo melhoraram conforme o fortalecimento da sociedade civil. “Hoje, aqueles que vão receber a informação têm que participar ativamente da elaboração da campanha”, comentou Dario. “Recentemente fizemos uma campanha para as travestis e elas participaram de todo o processo”, exemplificou.
O I ComunicAids-Norte recebeu apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais e do Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crimes (UNODC).
Fonte : agencia de noticias da AIDS
www.agenciaaids.com.br
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